Jovem Crente

Relacionamentos Descartáveis

Caro leitor, muito provavelmente você já presenciou um término de relacionamento de alguém próximo ou até mesmo o seu próprio término, e viu algo parecido com essa frase sendo dita por um dos dois lados: “Ele (a) não me escutava e não me dava a devida atenção ”. Talvez você esteja perguntando-se onde quero chegar, mas eu peço um pouco de paciência, pois eu já explicarei. Ela não tem nada de errado em si e, em muitos contextos, ela realmente pode ser usada para demonstrar uma omissão por uma das partes. No entanto, essa frase é usada muitas vezes com a ideia de apontar que as vontades e desejos não estavam sendo mais atendidos. Qual o problema aqui? A menos que você tenha suas vontades e desejos conformados ao ideal de Deus, ninguém deve supri-los. Eles são pecaminosos e procurarão suprir lacunas com desejos desenfreados por paixões mundanas te levando a um pecado desenfreado e crescente. 

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O “amor” que descansa numa espreguiçadeira


Ela coleciona fotos de vestidos, penteados, maquiagens. Salva os contatos de fotógrafos incríveis que a enquadrariam em seu melhor ângulo. Ela sonha com o dia em que sustentará uma aliança em seu dedo e dirá para todos que mudou seu sobrenome.

Ele pensa na compra do carro, na faculdade para terminar, na viagem de volta ao mundo... Não tem pressa em deixar os jantares caros de final de semana, ou as ligações longas no final da noite, afinal, a situação aparenta estar satisfatória dessa forma.

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Friends, Thanos e eu solteira(o)


Existem algumas grandes certezas na vida que valem para quase todo mundo. A primeira é que o Ross e a Rachel ficariam juntos, e a segunda é que quem está solteiro quer alguém pra chamar de meu _____ (insira aqui um apelido brega). E isso não é ruim, quer dizer, talvez um nome como amoreco e bebê seja péssimo, mas assim como Thanos, é possível desejar algo bom (equilíbrio no caso do vilão cor de beterraba) e procurar de um jeito completamente errado.


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Trabalhar pra quê?


Desde pequenos, somos ensinados que é preciso estudar muito na escola, passar em uma boa faculdade, e escolher a profissão certa. De pouco em pouco, enquanto aumenta a dificuldade na escola em relação às matérias, eleva-se a pressão sobre uma das mais importantes decisões desta vida: qual a minha profissão? Para que vou trabalhar? 

Vivemos em uma sociedade consumista. Você sabe que em sua lista de desejos constam novos iPhones, viagens para fora do Brasil, experiências novas semanais. E mais, você sabe que tudo isto custa dinheiro. Quem nunca ouviu de sua mãe a frase: “você acha que sou caixa eletrônico”?

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Sua profissão não te define


"Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida."

Por anos, essa frase de Confúcio esteve em minha mente. Ora ela me trazia esperança de que existiria algo realmente prazeroso com o que trabalhar, ora me fazia ser tomada de desespero por não fazer ideia do que isso poderia ser. A escolha da minha futura carreira parecia um caminho sem volta, eu precisava encontrar logo minha vocação ou seria tarde demais para fazer algo de bom nessa vida. Até que eu descobri que não é bem assim.

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Eu, um cristão profissional!



Vivemos em mundo que está em constante mudança, a cada segundo algo novo é criado, as opções aumentam em todas as áreas, em vista disto nos sentimos confusos em meio a tanta informação. Se formos pensar nas profissões que hoje existem comparadas com as de 100 anos atrás, facilmente percebemos que houve um aumento gigantesco delas, é aí que surge a dúvida para muitos: O que farei? Qual será minha profissão? Então, faço outra pergunta: Será que isto é tão importante assim?


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