Jovem Crente: A magia do Natal! Que magia é essa?

A magia do Natal! Que magia é essa?


Quando alguém fala de natal para você, o que vem mais rápido à sua mente? Se você é como a grande parte das pessoas, provavelmente pensará em festas, presentes e comida. Mas talvez você seja um pouco diferente da grande maioria e pense no nascimento de Cristo. Ainda assim o que isso significa para você? Você já pensou no tamanho do significado que isso nos traz?

O nascimento de Cristo é uma das figuras mais representativas da história. É através do seu nascimento que Deus anuncia esperança ao mundo. É através dele que os homens (judeus e gentios) entenderam que é impossível chegarem a Deus por meio de boas obras (Ef 2.8-9). Toda a história aponta para esse nascimento, pois a partir dele é que a humanidade começa a vislumbrar um caminho que indica o propósito para o qual Deus a criou. É ali, quando o menino Jesus nasce em uma manjedoura, que vemos o próprio Deus se humilhando para redimir a raça que havia se rebelado contra Ele. Contrariando toda a racionalidade humana, o choro dessa criança simbolizava o começo de um novo padrão de vida, de uma nova moral, de uma nova aliança entre Deus e o homem.
O natal que nós temos hoje reúne a família e amigos, traz presentes, proporciona banquetes, mas em meio a toda essa grandiosidade tem se perdido a razão única que tal data representa. A razão que se tornou carne, viveu entre nós, compartilhou de conhecimento e princípios primordiais, que foi perfeito em todas as suas ações, palavras e pensamentos, mas que mesmo assim, deixou-se ser preso em um madeiro, suportando a maior dor e agonia que homem algum seria capaz de suportar (Mt 27.46), e demonstrando sua grandiosidade, em obediência ao Pai.  Jesus Cristo morreu com cravos em suas mãos e uma coroa de espinhos em sua cabeça. Com um grito que nos recorda de seu nascimento e de sua humanidade perfeita, junto à sua glória divina.
Talvez ao gritarmos feliz natal todos os anos, não nos recordamos que o grito ouvido em um nascimento há um bom tempo atrás gerou uma esperança viva. Mas que desta vez, ao olharmos para os presentes, pensemos no que temos dado das nossas vidas a Deus. Ao olharmos a comida, que possamos refletir como Ele não somente supriu a necessidade do homem de relacionar-se com Deus, mas também supre as nossas necessidades diariamente. E que ao vermos a festa, possamos nos recordar que é para Cristo, o único digno de receber toda a honra, toda a glória e todo o louvor, pelos séculos dos séculos, amém! (1 Tm 1.17).



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