Jovem Crente

CONDUZIDO OU CONDUTOR?


NON DVCOR DVCO. Este é o lema que está na bandeira da cidade de São Paulo que, em latim, significa: “Não sou conduzido, conduzo”. A frase, impactante e imponente, ideal para uma cidade ou nação, pode ser ambígua na vida do cristão. Tá, eu te explico: por um lado, como igreja, devemos ser ferramentas de Deus para a transformação do mundo e da sociedade com a pregação do evangelho. Neste caso, a frase faz sentido porque podemos ser condutores de mudanças no lugar onde vivemos; somos, portanto, condutores.
Mas, num sentido pessoal, esta frase se contrapõe a algo básico em nossa caminhada cristã: ao invés de conduzirmos nossas vidas como bem entendemos, temos na Bíblia a fiel e perfeita condutora de nossos passos para uma vida de liberdade e obediência a Deus. Ela seria o nosso GPS e, dessa forma, somos por ela conduzidos ao local de destino: a vida de relacionamento, gratidão e amor a Deus. Se ouvirmos nosso coração, como muitos aconselham, seremos levados à ruína, já que o nosso coração é enganoso (Jeremias 17.9). Sabendo disto, Deus decidiu nos dar passos, princípios e ordens para que sejamos conduzidos à uma vida boa e plena.

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Mas, o que de fato é confiar em Deus?

Às vezes eu me pergunto, quantas vezes nós damos conselhos que nós mesmos não seguimos? Quantas vezes nós falamos para alguém: “confie em Deus”, “fique tranquilo, vai dar tudo certo” ou “tenha fé, pois Deus sabe o que é melhor”? Tranquilizamos alguém com o nosso melhor “crentês” e ainda lançamos o versículo-chave: “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8.28). 

Por muitas vezes eu falei esse versículo quase como que enviando uma energia positiva. Como se eu quisesse dizer que, um dia, as coisas iriam dar certo. Problemas financeiros iriam acabar, doenças seriam curadas, relacionamentos seriam restaurados, e tudo ficaria bem. Acreditava que confiar em Deus era crer que ele resolveria todos os meus problemas. Minha primeira crise de fé veio quando eu descobri que isso poderia não acontecer.

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Minha montanha russa espiritual

Você já esteve em uma montanha-russa? Qual foi a sensação? Algumas pessoas amam o tipo de emoção que a montanha-russa proporciona porque buscam uma mistura de medo com adrenalina, ou algo do tipo. Eu não sou desses, mesmo que já tenha estado em algumas. Porém, há quem goste e ache isso emocionante.

Mas, e quando nossa vida espiritual parece uma montanha-russa? Todos nós, em alguma proporção, vivemos altos e baixos em nossa caminhada com o Senhor. Num momento estamos totalmente ativos em nosso relacionamento com Deus, animados por servi-Lo e conhecê-Lo, porém noutro nos percebemos mais frios, desanimados e até distantes dEle. Pra ser sincero, essa montanha-russa não é nem um pouco divertida.

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Coisas que você precisa saber sobre a Bíblia


Como cristãos, temos uma espécie de Manual de Sobrevivência que, se bem estudado e aplicado, nos ajudará a viver plenamente, fazendo a vontade de Deus. A Bíblia é esse manual. Apesar de não podermos encontrar coisas sobre alguns assuntos, como, por exemplo, namoro, aborto, colar na prova e outros assuntos corriqueiros e atuais, existem princípios e ordenanças que podem ser aplicados a todos esses aspectos da nossa vida.


Mas então, como sabemos que a Bíblia é esse nosso Manual de Sobrevivência, e não outros livros “sagrados” como, por exemplo, a Bíblia Católica, das Testemunhas de Jeová, Alcorão, ou até mesmo a Tanakh?

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Como assim “amar a Deus”?


Em um século no qual se fala e tanto se ouve falar sobre amor, talvez nunca houve tanta falta de entendimento dessa palavra e seu significado. Nós vivemos um amor “hippie”, que acha que somente falar essa palavra, já faz com que ela cumpra com seu dever. E se você é cristão ou se já teve algum contato com o cristianismo, provavelmente você sabe que um dos grandes ensinos que Jesus Cristo deixou, foi o de amar a Deus! Mas será que nós realmente entendemos o que é amar a Deus e quais as implicações disso? Será que entendemos o que Cristo quis dizer, ou só repetimos o que ouvimos em algum lugar, que nem lembramos onde?

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Meu passado me condena


Todos nós temos um passado. Isso é um fato e não há como negá-lo. Todavia, nem todos nós sabemos lidar com o nosso passado. Para alguns, o passado é visto de uma maneira negativa, como um grande fardo, um inimigo na nossa caminhada com Deus, e a solução ideal seria poder ter a memória completamente apagada. A Bíblia, contudo, nos apresenta uma perspectiva diferente do passado e é sobre isso que trataremos nesse artigo.

O pastor canadense James MacDonald afirmou uma vez que Deus “quer que enfrentemos o nosso passado e lidemos com ele, concentrando-nos no perdão, e depois o deixemos para trás”. Não precisamos tentar nos livrar ou fugir do nosso passado, o propósito de Deus não é deletar as lembranças ou negá-las, mas redimi-las. Para que possamos lidar biblicamente com nosso passado, precisamos esclarecer algumas coisas:

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