Jovem Crente

Cuidado boquinha o que fala



“A boca é minha e eu falo o que quiser”. Talvez com versões mais atualizadas dessa expressão, estamos acostumados com esse tipo de conceito que defende o direito de falarmos nossa opinião. Essa máxima apoia a ideia de que devemos expressar aquilo que pensamos, ainda que sem muito critério. Socialmente é bem aceitável que você fale o que quiser sem muito filtro (claro, desde que você lide com as consequências e oposições daquilo que decidiu falar) mas, não é assim para os padrões de Deus. A Bíblia está repleta de advertências para nossos pecados da língua.


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Era só uma brincadeira


- Vou te trocar pelo “fulano de tal”, ele é um amigo mais legal do que você.
- Não precisa mostrar pra todo mundo que você é burro, guarda isso pra você.
- Até parece que você é tão espontâneo assim.

Você e eu podemos ter ouvido frases como essas, ou talvez, de forma diferenciada, podemos ter dito essas coisas. São as conhecidas “brincadeirinhas”, ou aquelas palavras ditas “da boca para fora”.

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A separação que nos uniu


“Por volta das três horas da tarde, Jesus bradou em alta voz: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni?”, que significa “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?”
Mateus 27.46

Esse tema é muito rico e edificante para a fé cristã, porém a falta de compressão do propósito correto tem feito com que muitos cristãos não compreendam o valor e o resultado dessa separação. Entretanto, antes de aprofundar o tema, é necessária uma compressão maior a respeito de alguns fatos da narrativa bíblica.

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Páscoa: A solução pro problema do mal


Há muito tempo, ouvi uma história a respeito de um judeu que foi testemunhar em um tribunal contra um dos comandantes de Hitler. Ao chegar ao tribunal e se deparar com o homem que foi responsável pela morte de milhares, ele não conseguiu dizer uma só palavra por conta do choro que o tomou. Passado algum tempo, quando repórteres foram entrevista-lo, perguntaram se ele havia chorado tanto por conta da raiva que o havia dominado. Para espanto de muitos, ele disse que não. O motivo por ter ficado em prantos era o pensamento que lhe ocorreu, de que aquele homem era “normal”, implicando no fato de que ele poderia fazer as mesmas coisas que aquele homem havia feito. E é com essa história que damos o pontapé inicial ao nosso texto!

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Páscoa, quando o amargo se tornou doce.

Páscoa, um tempo tão doce para muitos, é quando as crianças se alegram em receber seus ovos de páscoa e não somente elas, pois quem não se sente feliz e amado ao receber um grande ovo de páscoa de alguém? Por fora tudo muito bonito, como ovos de páscoa, mas o que será que as pessoas realmente possuem dentro de si?

Nós não conseguimos ver com clareza, mas Deus vê ao fundo o que está dentro do ser humano, e é neste lugar escuro e profundo que vive o pecado. O pecado é amargo, e Deus ensinou esta verdade ao seu povo quando exigiu que comessem ervas amargas na Páscoa (Êx 12.8). O povo de Israel também deveria comer os pães asmos (que são pães feitos sem fermento), pois simbolizavam que o povo deveria abandonar o pecado do Egito que ainda estava em seus corações e que poderia crescer rapidamente, como fermento em suas vidas.

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Filhos de um Deus Mandão

Palavras têm poder, algumas, inclusive, param até o tempo.  Em especial: prova, feriado e ordem.  A primeira porque causa desespero, a segunda alívio e a última, no mínimo, uma careta. O simples mencionar de uma obrigação tem, por vezes, causado desconforto para quem fala e resistência no coração de quem ouve. E isso tem muito a ver com quem somos hoje, além de distorcer a forma como lidamos com Deus.

Muito da má vontade comum com os valores (ordens e versículos) de Deus vem de confundir pais, professores e pastores autoritários com quem Deus é. O problema é que muitos de nós consideramos, mesmo que lá no fundo, a Bíblia como a linha limite da liberdade. Algo como o estraga prazer, a espalha rodinha ou alguém que diz não pelo simples prazer de mandar acabar com a festa.

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