Jovem Crente

Não quero crescer!


Me lembro o quanto ansiava pelo dia do meu aniversário quando criança. Cada ano que passava indicava que eu estava ficando mais velha e que, logo logo, poderia tomar minhas próprias decisões, fazer o que quisesse e ser “dona do meu próprio nariz”. Doce ilusão! Imaginamos que ser adulto é poder fazer o que quisermos, na hora que quisermos e quando quisermos, mas esquecemos da grande responsabilidade que a maturidade acarreta. As cobranças, pressões e inseguranças, muitas vezes, superam a diversão e liberdade ansiadas e, quando percebemos que virar adulto não é mais tão atrativo quanto parecia quando tínhamos doze anos, alguns de nós simplesmente decidem que não querem mais crescer. É o que alguns chamam de síndrome de Peter Pan, quando homens e mulheres que deveriam se comportar como adultos, na verdade se comportam como crianças. Isso, muitas vezes, pelo simples medo de assumir responsabilidades.

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Seja Homem!


Hoje em dia, há diferentes tipos de moda para os homens. Uns querem um estilo “lenhador”, com uma barba grande e desenhada. Outros optam por deixar seus cabelos grandes, com looks modernos e arrojados. Mas, enquanto cresce a procura por uma aparência dentro da moda, temos deixado de lado nossa aparência interior. Podemos ser estilosos ou mostrar que “somos tão másculos”, que andamos de qualquer forma. Em ambas as experiências temos deixado de olhar para o que é realmente importante. Temos deixado de lado os atributos que deveriam compor um homem de verdade. Nas igrejas, escolas, empregos, famílias etc, temos visto meninos ocupando funções de homens. Digo meninos por terem atitudes de meninos e não de homens, como não se importarem, não estarem sensíveis às necessidades a sua volta, por serem preguiçosos e acomodados. Por isso, convido você a olharmos para a vida de Jesus Cristo, o Deus-homem, que nos deixou um exemplo de masculinidade que deve ser perseguido por nós (1Jo 2.6)!

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Cristãs e o feminismo


Muito provavelmente você já ouviu, ou até mesmo disse, frases como: “meu corpo, minhas regras”, “ninguém me diz o que fazer”, “só a mulher sabe o que é melhor para ela” e “lugar de mulher é onde ela quiser”. Todas essas frases trazem consigo um ideal em comum, que tem crescido cada vez mais na nossa sociedade, e nos influenciado sem sequer percebermos: o feminismo. Como lidar com esse tema sob uma perspectiva cristã? É sobre isso que falaremos no artigo dessa semana.

Antes de tudo, afinal, o que é feminismo?

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Uma vez salvo, salvo pra sempre?


Há algumas semanas, postei um artigo falando sobre o destino eterno de alguém que se matou. Muitos questionaram, mandaram eu estudar a Bíblia e me chamaram de falso profeta. Segue o link se você quer ler o artigo que escrevi:


Preciso admitir que cometi um erro grave, eu inverti a ordem dos artigos. Antes de dizer para onde vai um suicida que seja cristão (e eu sei que muitos acreditam que um cristão jamais se mataria), é importante falar sobre a segurança de salvação, ou sobre sua perda. Imagine que uma pessoa se converta, existe algum pecado ou situação que a faria perder esta salvação? Quero desafiar você a pensar no assunto. Sei que existem dezenas de artigos sobre isso, mas quero tentar ser simples e claro para ajudar você a entender o que a Bíblia diz.

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Por que terminar um namoro ou noivado?


Em blogs e sites cristãos facilmente se encontra: como começar um relacionamento; quais qualidades um namorado ou uma namorada deve ter; se é errado ficar; qual o padrão de Deus para um namoro. Porém, o que pouco se vê é: Por que terminar um namoro ou noivado?[i] As Escrituras tem algo a nos ensinar sobre o assunto? Sim! No entanto, é óbvio que não existe um versículo: “Ide, portanto, e termine seu namoro” (Namorais 4.3). Então, temos que meditar acerca das motivações e princípios bíblicos que nos levam ao término do namoro ou noivado.

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Sonhos frustrados: quando a vida não segue meus planos - parte 2


(Se você ainda não leu a parte 1, leia o artigo postado na semana passada).

Séculos depois de Raquel, outra mulher viveu uma circunstância muito parecida. Seu nome era Ana e sua história pode ser encontrada em 1 Samuel 1. Ana era casada com Elcana, que também era marido de Penina. Penina tinha filhos. Ana, não. Todos os anos, essa família israelita tinha o costume de viajar para Siló, onde ficava o santuário central, a fim de oferecer sacrifícios ao Senhor. Esses sacrifícios eram acompanhados de uma “refeição festiva que significava comunhão com o Senhor e grato reconhecimento das suas misericórdias[1].

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